sábado, 28 de fevereiro de 2009

Desafio da Joaninha

A Joaninha desafiou-me a escrever nove coisas sobre mim, sendo que seis são verdade e três são mentira. Felizmente não têm que ser coisas interessantes porque isso daria uma lista ridículamente curta.

Sem mais demoras, cá vai:

1. Saco 360º em saltos de snowboard.
2. A minha alcunha na tropa era Pedigreepal.
3. Sou ambidestro.
4. Já fui de encontro aos majestosos seios da Bárbara Guimarães.
5. O meu sistema imunitário é um bocado como um daltónico na brigada de minas e armadilhas.
6. Gosto de pessoas com quem possa partilhar longos momentos de silêncio não constrangedor.
7. Tenho umas canadianas todas kitadas com autocolantes do Guitar Hero.
8. Sou cristão católico apostólico evangélico eclesiástico romano.
9. O melhor álbum do mundo é o dos temas dos Delfins em canto gregoriano.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Meteorologia

Hoje recebi um novo projecto de um site para desenvolver. A imagem é o painel das layers do ficheiro Photoshop do layout enviado pelo cliente.

O designer deu um nome a cada layer para descrever o seu conteúdo, o que é uma boa prática organizativa. Mas por alguma razão fiquei com a sensação que poderia ter sido mais feliz na escolha do nome para o fundo da àrea de meteorologia...

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Animação

Um dos felizes momentos em que me foi permitido escolher um tema interessante para um projecto académico - Animação. Foi um trabalho de grupo daqueles que deixam saudades. Embora desconfie que isso tenha menos a ver com a animação e mais com o facto de ter sido uma das raras ocasiões em que consegui meter duas miúdas no quarto em simultâneo.

Entre outras fases mais teóricas do trabalho, esta requeria que cada um criasse uma pequena animação sobre um dos outros elementos do grupo. O resultado foram três vídeos que focavam alguma coisa relacionada com a Adriana, a Sílvia e comigo. Destes três mostro aqui apenas os dois que me dizem directamente respeito, um por ter sido eu o sujeito, e o outro por ter sido o autor.

O primeiro filme é da autoria da Adriana. Ela teve esta ideia genial de me pôr na cena de combate entre o Ryu e o Fei-Long, na longa metragem animada do Street Fighter. Mesmo a 12 frames por segundo foram muitas horas a encontrar ângulos de camara, filmar, e cortar Krippmeisters em photoshop para sobrepor a minha imagem à do Ryu.

O segundo filme foi a minha interpretação dum sonho que a Adri me contou. Filmei a cena no metro e juntei com uma filmagem que ela fez na praia. De seguida importei todos os frames individualmente para o photoshop, e desenhei a traços soltos por cima. Foram catrefadas de desenhos. Viva a tablet Wacom e o rotoscoping...

Enjoy : )

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domingo, 8 de fevereiro de 2009

É genial. Paguem milhões de euros

O ponto. A singularidade da proto-dimensão auto contida. O todo adverso à ocupacionalidade espacial. Zero e infinito. Nada menos que a própria pedra basilar na génese da representação gráfica que pauta a praxis da aventura artística humana, desde o nascimento da espécie, até ao momento presente.

Não é possível objectivar um vector omni-descritivo que transpõe a sua própria geometria, rasgando o espaço e recompondo-o simultaneamente num jogo de contrastes tanto lumínicos como dimensionais. É recta, curva, plano e sólido. É forma mas também é fundo. O assassino da gestalt, que é também o seu mais fiel paladino.

Nada demove o ponto. A sua posição é irrelevante. Não há com que relativizar algo em que nada lhe é exterior. O ponto não tem charneira, ainda que a contenha.

O seu negro não é ausência de luz, é anti-luz. É substância. O hiper-contraste que permeia a composição cria um horizonte de eventos que se estende para além da mancha. Estende-se através da dimensão psico-sociológica do observador, com impactos viscerais. É interiorizado e problematizado no primeiro momento da fruição, pois esta é a sua natureza primordial.

No entanto, como objecto artístico, é registo denunciador do gesto que o cria. Sem nunca representar nada mais que tudo, é a majestosa ode ao artista supremo, que libertando uma partícula de traço, dá forma a toda a existência, passada, presente, e futura.


Outra hipótese é esta merda ser um pixel preto num quadrado branco acompanhado de um texto elaborado que para os mais famintos de pedantismo me fará parecer uma autoridade artística e intelectual. É genial. Paguem milhões de euros.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Desporto é saúde

Ai sim? Pois aqui de cima da minha luxação interfalangeana não parece nada.