sábado, 4 de agosto de 2007

Abusar Demais

Abusar demais é um bocado como exagerar muito. É um fenómeno psicossociológico que ocorre sobretudo em comunidades ermitas com tendência para se auto-suícidarem a si próprios, o que de resto se tem vindo a tornar uma tradição milenar desde 1947.

A origem destas comunidades está na génese do princípio do seu aparecimento, no início do seu percurso cronológico ao longo do tempo. Episódios de guerras bélicas com agressões de parte a parte e vice-versa, deixaram a população gravemente desequilibrada para ambos os dois lados, com uma elevada contagem de cadáveres sem vida após cada confronto. Para sarar as cicatrizes psicológicas, criaram-se, entre 50 anos a meio século depois, grupos de auto ajuda com o intuito de encorajar cada indivíduo a exprimir a sua própria opinião pessoal, e a exorcizar os demónios internos que tem dentro.

De vez em quando é bom escrever um texto realmente parvo, para os restantes parecerem mais inteligentes por contraste.

19 comentários:

Anónimo disse...

Inspiraste-te num título recente do jornal "Público": «Os dois maiores cineastas vivos morrem no mesmo dia»?
Bjs
Cristy

João Vasco disse...

Suponho que tivesses querido dizer meio milénio e não meio século.

De qualquer forma, serás citado no POipismo: este texto está simplesmente demasiado adequado..

Abobrinha disse...

Herr Krippmeister

Mesmo a escrever textos palermas, tens piada e pareces esperto! Ou isso ou sou eu que sou meia totó e não era capaz de reconhecer um texto inteligente nem que ele me convidasse para um jantar à luz de velas!

Krippmeister disse...

Pois, tens razão Vasco. Era 50 anos :-)

Thanks

Krippmeister disse...

Cristy, essa nunca vi, mas ja ouvi na televisão um comentador falar de "uma estrutura titânica de grandes dimensões" hehehe

Krippmeister disse...

Não sou nada esperto abobrinha. Como o Vasco notou e muito bem, até mesmo a escrever palermices eu me engano :-)

Abobrinha disse...

Deixa lá: nem eu! Mas não digas a ninguém, que eu também guardo o teu segredo!

Nuno Coelho disse...

Krip,

Devo salientar que o teu diálogo com a abobrinha é redundante, pleonástico e repetitivo. Além disso, vocês estão ambos a dizer a mesma coisa (refiro-me aos dois).

Espero não ter sido demasiadamente sucinto ou breve.

;-)

Krippmeister disse...

Tens razão sim senhor. Eu próprio ao acabar de ler o diálogo pensei: "Hummmm... isto cá pra mim tá a ficar uma beca pleonástico."

Abobrinha disse...

Nuno

Quê??? Ou estás só invejoso por eu ter quase pedido o Herr Krippmeister em casamento sem o conhecer de lado nenhum? Até já escolhi um anel de noivado, mas não é bem o que estás a pensar: tem que ver com a minha quase viragem a fufa!

Não percebeste nada? Não é muito para entender: eu mesma estou um pouco confusa... para dizer o mínimo!

intruso disse...

[abusar demais e exagerar muito...
ambas as duas expressões têm piada]

viva a redundância pleonástica!

Miguel Krippahl disse...

Se por pleonástico voc~es entendem engate, então concordo, o diálogo entre a abobrinha e o krippmeister está pleonástico.

Get a hotel room, for pete's sake...

Krippmeister disse...

Ah pois. O que me vale é sempre o diálogo pleonástico:

-"Baby, conheces o diálogo pleonástico?"
-"Não..."
-"Não tem importância. De boca cheia também não vais dialogar grande coisa."

Não falha.

Abobrinha disse...

Tenho que escrever um post sobre os diálogos pleonásticos: o das fufas não está a render nada! Tenho que lhe carregar nas badalhoquices!

Olha que escrever com a bo... esquece!

Abobrinha disse...

Estou a ver que o que se passa com os teus irmãos é um bocadinho o que se passa com os meus primos.

Pensando bem, os meus primos são muito púdicos (a minha irmã é, mas é diferente: é uma esposa e mãe).

Krippmeister disse...

O post das fufas tem potencial, dá-lhe tempo.

Quanto aos primos, cabe-te a ti despudificalizaccionalizificálos.

Abobrinha disse...

Herr Krippmeister

Aos meus primos já não vale a pena desp... despudo... despudodifi... ... á-los: estão quase todos casados ou a caminho de. E não te preocupes, que são malandrecos quanto baste! São uns javardos! Nada de meninos e meninas polidinhos e cheios de não-me-toques!

Ou melhor, podem parecer no emprego ou em alguma situação social mais formal (também não somos nenhuns animais selvagens), mas quando nos juntamos é a javardice total. Que é como eu gosto.

A segunda geração de primos e os meus sobrinhos... olham para mim: eu sou a prima ou tia maluca! E sabes que mais: adoro!

Bom, tenho que voltar a meter as mãos às fufas... quer dizer... bem, sabes o que quero dizer, não sabes? Se não souberes, podes pôr-te a imaginar o que quiseres. Desde que depois escrevas, claro! Assim em estilo pleonástico. O que quer que isso queira dizer (agora já não sei o que é que quer dizer mesmo!).

Abobrinha disse...

Porra! Escrever sobre fufas é quase um emprego a tempo inteiro! O pior é que a seca é tanta que ainda não consegui abadalhocar aquilo como deve ser: estou a perder qualidades!

Ou realmente preciso de sair mais vezes! Tipo em vez de ficar a blogar com as pernas elevadas (realmente estou com má circulação!)!

Joaninha disse...

Este rapaz tem piada e essa é que é essa!!